Todo cidadão quer andar dentro da lei - 25/01/07

Todo cidadão quer andar dentro da Lei, e às vezes a Lei pouca importa pra esse cidadão, geralmente nem é a Lei, mas quem representa, e esse cidadão por se sentir excluído termina fazendo o que não deveria, e as conseqüências terminam sendo grandiosas pra esse cidadão, isso porque os fatores que envolvem comunicação, postura e até mesmo deveres, não foram levados adiante.

Determinado dia se passou no bairro Porto Alegre II, o seguinte:

Depois da rua 32, a principal, ter sido liberada a transito de veículos, após também muitas e diversas reclamações dos seus moradores, para com os representantes da prefeitura, um único morador da rua 32, sentiu-se prejudicado pela poeira causada pela movimentação dos veículos, principalmente os ônibus, esses que antes trafegavam uma outra rua, aumentando assim o percurso da viagem entre o Ubaldinão e o Campinho, nisso o mesmo morador bloqueou a rua principal, a qual mora ele, após uns 30 minutos, com o apoio dos moradores, a policia teve no local e fez o mesmo retirar o bloqueio, e assim voltou à rua 32, a permanecer livre novamente.

Com o intuito de ajudar esse morador, foi aceite por demais moradores o uso de dois quebra-molas na rua 32, principalmente na frente da casa desse morador, com o objetivo de diminuir a velocidade dos veículos e por sua vez a poeira, mas se tratava de um quebra-mola baixo, algo em torno de uns 20cm, e feito apenas com barro, dia seguinte esse mesmo morador surgi com mais alterações na rua 32, pós outro quebra-mola grandioso e aumentou um dos que havia sido feito, levando ambos a um altura de uns 50cm, e acrescentando pedras entre o barro usado.

Conclusão, boa parte dos ônibus voltaram a utilizar a rua de antes, deixando de passar pela rua 32, sem comentar que houve até discussão entre esse mesmo morador e alguns motoristas, entre eles um morador também do bairro, que vindo com seu carro de porte baixo, Fiat Uno, achou-se de liberar pelos menos os cantos do quebra-mola, afim de que seria suficiente para ele com o seu carro passar, foi aí onde o morador da rua 32, não gostou e partiu pra agressões verbais, envolvendo ambos e demais moradores em uma desagradável discussão, muitos dos moradores sugeriram reuni-se e partir pra forçar bruta, mas por sorte foram aconselhados a não agir de tal forma, e nisso muitos ainda cobram uma solução, pois o que não querem é o poder de um único morador prevalecer sobre os demais, onde o que se discuti é favorável ao bairro, e até mesmo a esse morador da rua 32.

 No ato da alta agitação dos moradores, indo contra a esse morador da rua 32, foram feitas diversas ligações ao Administrador Geomar – do Baianão, o mesmo que propôs sempre estar à disposição do bairro e até mesmo trabalhar em parceria, acontece que, quem sabe, por culpa do meio de comunicação, o celular dele tocava e não era atendido, quando discado de outro numero, uma única vez atendeu e em seguida desligou, sem atender as demais ligações, mas vamos culpar o meio de comunicação, acontece tantas coisas inexplicáveis que fica difícil provar alguma coisa, tudo bem... Se o bairro não pode encontrar alguém que pudesse ajudar em horas como essa, quem sabe o 190, e assim foi feito a ligação para o 190, só que alguém do outro lado que atendeu, após ter sido informado ao que se passava no bairro e convidado a comparecer, disse apenas que isso era caso da prefeitura e não de policia, quando perguntado ao nome de quem falava do outro lado, esse mesmo atendente desligou o telefone, ou seja, não quis se identificar, porque será??

 Nisso, ficou o bairro e seus moradores a se virarem, seria a expressão correta a se usar, como não se bastasse todo o bairro se achar esquecido pela prefeitura, onde dizem haver motivos políticos, o qual se resulta no abandono, e as vezes até apelidado de “roça” por seus visitantes.

 Fica a pergunta:

O bairro precisa contar com alguém. Quem????

 Márcio Oliveira – bairroportoalegre2@hotmail.com / http://bairroportoalegre2.spaces.live.com