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Todo
cidadão quer andar dentro da Lei, e às vezes a Lei pouca importa pra
esse cidadão, geralmente nem é a Lei, mas quem representa, e esse
cidadão por se sentir excluído termina fazendo o que não deveria, e
as conseqüências terminam sendo grandiosas pra esse cidadão, isso
porque os fatores que envolvem comunicação, postura e até mesmo
deveres, não foram levados adiante.
Determinado dia se passou no bairro Porto Alegre II, o seguinte:
Depois da rua 32, a principal, ter sido liberada a transito de
veículos, após também muitas e diversas reclamações dos seus
moradores, para com os representantes da prefeitura, um único
morador da rua 32, sentiu-se prejudicado pela poeira causada pela
movimentação dos veículos, principalmente os ônibus, esses que antes
trafegavam uma outra rua, aumentando assim o percurso da viagem
entre o Ubaldinão e o Campinho, nisso o mesmo morador bloqueou a rua
principal, a qual mora ele, após uns 30 minutos, com o apoio dos
moradores, a policia teve no local e fez o mesmo retirar o bloqueio,
e assim voltou à rua 32, a permanecer livre novamente.
Com
o intuito de ajudar esse morador, foi aceite por demais moradores o
uso de dois quebra-molas na rua 32, principalmente na frente da casa
desse morador, com o objetivo de diminuir a velocidade dos veículos
e por sua vez a poeira, mas se tratava de um quebra-mola baixo, algo
em torno de uns 20cm, e feito apenas com barro, dia seguinte esse
mesmo morador surgi com mais alterações na rua 32, pós outro
quebra-mola grandioso e aumentou um dos que havia sido feito,
levando ambos a um altura de uns 50cm, e acrescentando pedras entre
o barro usado.
Conclusão, boa parte dos ônibus voltaram a utilizar a rua de antes,
deixando de passar pela rua 32, sem comentar que houve até discussão
entre esse mesmo morador e alguns motoristas, entre eles um morador
também do bairro, que vindo com seu carro de porte baixo, Fiat Uno,
achou-se de liberar pelos menos os cantos do quebra-mola, afim de
que seria suficiente para ele com o seu carro passar, foi aí onde o
morador da rua 32, não gostou e partiu pra agressões verbais,
envolvendo ambos e demais moradores em uma desagradável discussão,
muitos dos moradores sugeriram reuni-se e partir pra forçar bruta,
mas por sorte foram aconselhados a não agir de tal forma, e nisso
muitos ainda cobram uma solução, pois o que não querem é o poder de
um único morador prevalecer sobre os demais, onde o que se discuti é
favorável ao bairro, e até mesmo a esse morador da rua 32.
No
ato da alta agitação dos moradores, indo contra a esse morador da
rua 32, foram feitas diversas ligações ao Administrador Geomar – do
Baianão, o mesmo que propôs sempre estar à disposição do bairro e
até mesmo trabalhar em parceria, acontece que, quem sabe, por culpa
do meio de comunicação, o celular dele tocava e não era atendido,
quando discado de outro numero, uma única vez atendeu e em seguida
desligou, sem atender as demais ligações, mas vamos culpar o meio de
comunicação, acontece tantas coisas inexplicáveis que fica difícil
provar alguma coisa, tudo bem... Se o bairro não pode encontrar
alguém que pudesse ajudar em horas como essa, quem sabe o 190, e
assim foi feito a ligação para o 190, só que alguém do outro lado
que atendeu, após ter sido informado ao que se passava no bairro e
convidado a comparecer, disse apenas que isso era caso da prefeitura
e não de policia, quando perguntado ao nome de quem falava do outro
lado, esse mesmo atendente desligou o telefone, ou seja, não quis se
identificar, porque será??
Nisso, ficou o bairro e seus moradores a se virarem, seria a
expressão correta a se usar, como não se bastasse todo o bairro se
achar esquecido pela prefeitura, onde dizem haver motivos políticos,
o qual se resulta no abandono, e as vezes até apelidado de “roça”
por seus visitantes.
Fica a pergunta:
O
bairro precisa contar com alguém. Quem????
Márcio
Oliveira –
bairroportoalegre2@hotmail.com
/
http://bairroportoalegre2.spaces.live.com
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