Indústria baiana expande 5,5% em Maio - 04/07/08

 

 

Indústria de transformação e extrativa mineral da Bahia cresce 5,5% no mês de maio, em comparação ao mesmo mês do ano passado. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal (PIM), realizada pelo IBGE e analisados e divulgados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria de Planejamento.

 

De acordo com a pesquisa, de janeiro a maio de 2008 (acumulado do ano), a indústria baiana obteve uma expansão de 5,7%, o resultado positivo também foi observado durante os últimos doze meses, cujo crescimento industrial foi de 4,5%. 

 

Na comparação entre os meses de maio, de 2007 e 2008, a indústria de transformação, especificamente, cresceu 5,9%, sendo que seis segmentos apresentaram variações positivas: celulose, papel e produtos de papel (39%), alimentos e bebidas (7,5%), borracha e plástico (34,8%), produtos químicos (1,5%), minerais não metálicos (3,6%) e refino de petróleo e produção de álcool (1,3%). Os únicos segmentos que registraram queda foram a produção industrial de veículos (-9,9%) e metalurgia básica (-1,6%). No confronto entre os dois meses, pesquisa também mostra que a indústria extrativa mineral recuou 2,5%.

 

Já no acumulado do ano, a indústria de transformação da Bahia registrou aumento na taxa de 6,0%. Deve-se destacar que todos os segmentos deste setor obtiveram crescimento nesta comparação. As variações mais positivas ficaram por conta da indústria de celulose, papel e produtos de papel (27,1%), refino de petróleo e produção de álcool (4,3%), produtos químicos (2,4%) e metalurgia básica (5,1%).

 

Nos últimos doze meses, o indicador revela um aceleramento do ritmo industrial entre os meses de abril (4,0%) e maio (4,5%). O único segmento que apresentou queda neste período foi a indústria automotiva (-0,3%). Novamente a indústria de celulose, papel e produtos de papel registrou a maior variação (14,0%), seguido das indústrias de: produtos químicos (3,3%), refino de petróleo e produção de álcool (3,3%) e alimentos e bebidas (3,1%).

 

ASCOM/SEI

 

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